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Atendimentos para adolescentes, jovens adultos e adultos.

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O atendimento com adolescentes é orientado por uma escuta ética, sensível e atenta às transformações físicas, emocionais e sociais que caracterizam essa fase. A clínica valoriza o universo simbólico de cada jovem, acolhendo suas formas próprias de expressão, seus interesses e modos de se relacionar com o mundo.

As demandas podem envolver temas como ansiedade, impulsividade, dificuldades escolares, conflitos familiares, uso excessivo de redes sociais, baixa autoestima e crises de identidade — todas atravessadas por experiências subjetivas que merecem ser compreendidas em seus contextos, sem reduções ou rótulos.

Jovens Adultos

O atendimento com jovens adultos considera os possíveis desafios dessa fase, que pode envolver transições, descobertas e novas responsabilidades. O foco está nas demandas que tendem a surgir em meio a dilemas existenciais, processos de escolha e na busca por maior autonomia.
Esses movimentos, por vezes, estão relacionados a exigências externas e a transformações na forma como a pessoa se percebe e se posiciona no mundo.

As questões trazidas podem envolver ansiedade, sobrecarga emocional, autocrítica, inseguranças diante de decisões importantes, dificuldades nos vínculos e desconforto com as expectativas sociais. Também são comuns tensões ligadas à comparação com pares, à definição de identidade profissional e à reorganização de laços familiares e afetivos. O trabalho clínico busca favorecer a análise dessas experiências e apoiar o desenvolvimento de estratégias mais adequadas para lidar de maneira mais saudável, com as próprias exigências dessa fase da vida.

Adultos

O atendimento clínico na fase adulta considera que esse período tende a ser atravessado por reconfigurações internas, revisões de trajetórias e reposicionamentos em múltiplos papéis sociais.
Mudanças nas relações, redefinições profissionais, experiências de perdas ou rupturas e a necessidade de sustentação de múltiplas responsabilidades frequentemente geram tensões subjetivas que impactam a forma como a pessoa se percebe e se envolve com sua própria vida.

As demandas podem incluir vivências de sobrecarga, dificuldades em manter compromissos cotidianos, conflitos relacionais, sensação de desalinhamento com expectativas externas, além de questionamentos sobre direção, propósito e pertencimento. A proposta clínica não está centrada em nomear ou enquadrar essas experiências, mas sim em criar condições para que possam ser examinadas com mais clareza, respeitando o que emerge do encontro terapêutico e das possibilidades de elaboração do sujeito.